domingo, setembro 25, 2016

Convite para Workshop e Rodas de Conversa


Roda de Conversa na Menopausa, pra quê?


A menopausa sempre existiu, a diferença é que agora, nós mulheres das sociedades desenvolvidas, vivemos cada vez mais graças aos progressos da medicina preventiva, do diagnóstico precoce das doenças, da melhora da alimentação e da consciência que cada uma tem de sua própria saúde. A expectativa de vida no mundo ocidental, hoje é bastante alta, podendo chegar a 85 anos em algumas regiões, o que significa que realmente temos uma segunda vida pela frente.

Até o século XIX uma minoria das mulheres sofria silenciosamente com a menopausa porque a maioria morria jovem, bem antes dos 50 anos, geralmente de parto. Para elas, estar na menopausa significava o fim da vida da mulher, já que feminilidade e fertilidade eram tratadas como se fossem a mesma coisa.

A menopausa na sociedade moderna é com freqüência tratada como doença e discutida em congressos e grupos técnicos especiais. Pesquisas científicas estão em andamento, mas ainda muito pouco se sabe sobre o assunto.

Germaine Greer em seu livro intitulado Mulher, Maturidade e Mudança alerta para o fato de que “enquanto as próprias mulheres não começarem a contar as suas histórias, o que sentem e como sentem, a menopausa seguirá sendo objeto de especulações e interesses mercantis e se afastará cada vez mais da verdade e do ensinamento das experiências vividas”.


O resgate da partilha de experiências, prática comum entre nós, mulheres, desde os tempos da caverna, é uma oportunidade de reflexão e cura neste momento de crise e crescimento. Através do encontro com outras mulheres, da troca de sentimentos e experiências, poderemos manter e recuperar nossa auto estima e compreender o que está acontecendo com nosso corpo e alma. A compreensão traz a aceitação, a aceitação traz paz e a paz interna promove a saúde e alegria de viver. A soma disso tudo é um grande poder pessoal.

quarta-feira, setembro 07, 2016

A chegada da menopausa pode alterar nossa libido. Sim, já não temos mais o apelo ovariano, que dá uma rápida resposta quando estamos nos dias férteis! Nosso corpo, agora, tornou-se mais sutil, mais exigente. É preciso ter um “clima”, preparação, o toque nos pontos certos, com amorosidade e carinho. Nosso tesão continua lá. Somos como um forno à lenha, que parece estar frio, apagado, mas é só assoprar pacientemente que o fogo ressurge e esquenta tudo!

Se você está na menopausa e não está sentindo vontade de transar, se pergunte: meu parceiro está respeitando meu tempo? Ele está a par das transformações físicas, emocionais e espirituais que estou vivendo?